quarta-feira, 15 de julho de 2009
RIR OU CHORAR?
Depois ponho-me a pensar.....onde é que a palavra de PSL já valeu, principalmente em compromissos de manutenção de cargos: no Sporting, em Lisboa, como líder da bancada do PSD?....e continuo a pensar, a pensar.....
RM
PRESIDENTE SÉRGIO MOTA
É já no próximo dia 18, Sábado, que o nosso Camarada Sérgio Mota, Candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Mafra apresenta formalmente a sua candidatura.
O evento começa às 17 horas em Achada, na Sede do Rancho Cantarinhas de Barro e prolonga-se com um porco no espeto, iniciativa essa que eu saúdo e que espero fazer escola dentro da federação.
É um jovem que encarna o espírito que a JS FAUL tem tentado praticar na sua actividade política e que merece todo o nosso apoio para o duro combate que terá pela frente.
Convoco por isso todos os Camaradas para esta importante actividade que pode servir de impulso para uma campanha vencedora.
Força Sérgio Mota!
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Uma questão de coerência e justiça para Manuel Alegre
Manuel Alegre mostrou-se muito rápido a comentar e a criticar a situação de Elisa Ferreira no Porto e de Ana Gomes em Sintra. Comentário aliás que nada acrescentou ao debate político, para além de mais uma vez prejudicar o Partido Socialista ao fazer manchetes com assuntos que neste momento deveriam ser secundários.
A campanha nestes dois concelhos do Partido Socialista de certeza que dispensaria este tipo de atenção e comentário de um ilustre e histórico camarada. Este tipo de pensamento só beneficiará a campanha demagógica e de ataque pessoal que outras forças políticas têm conduzido às duas candidatas, preferindo o ataque «ad-hominem» à discussão das ideias e políticas por si só.
Se este comentário é legítimo, afinal nunca no PS se proibiram opiniões contrárias ou divergentes, em contraste por exemplo a um PSD que riscou Pedro Passos Coelho das suas listas apenas por não seguir a linha de Manuela Ferreira Leite, em mais uma amostra de um tique ditatorial, era necessário e urgente que Manuel Alegre tivesse a coragem e a limpeza de alma para esclarecer e assumir a sua opinião noutra questão.
Em Lisboa, a esquerda vai dividindo votos. Continuam a preferir atacar outro Partido de esquerda, como o PS, abrindo o flanco para a direita. É esta a esquerda curiosa que temos em Portugal e que nunca foi responsabilizada - preferem o combate ao PS e abrir caminho à direita.
Este facto até tem uma fácil e óbvia explicação. Tanto Bloco de Esquerda como Partido Comunista fogem à responsabilidade governativa. Não querem assumir responsabilidades de reformas que normalmente e bem mais facilmente são bem mais criticáveis pela sociedade. Ao invés disso sentem-se confortáveis como partidos de protesto, cuja única função é "mandar vir".
Hoje, mais do que nunca, urge propor e procurar soluções de esquerda. Em Lisboa, particularmente, precisamente até pela abertura que António Costa tem demonstrado para com estes partidos de esquerda, ou extrema-esquerda, como a muitos dá a entender.
Posto isto, temos em Lisboa uma candidatura especial. Helena Roseta. Representativa, na esquerda, de uma ex-militante do Partido Socialista e especial seguidora de Manuel Alegre. Nas sondagens até este momento, tem tido uma expressão residual, de apenas 6%, mas bem importante, já que pode significar o futuro da Câmara Municipal de Lisboa, podendo desequilibrar à esquerda dando uma vitória injustificável e incompreensível a uma direita demagógica e populista de Lisboa.
Face a isto, devia também Manuel Alegre prestar declarações sobre a situação em Lisboa e assumir-se perante o eleitorado. Apoia uma candidatura independente e que poderá retirar o poder à esquerda lisboeta, ou apoia o seu Partido, o Partido Socialista e outro ilustre e histórico camarada como António Costa?
É uma questão de coerência e em tudo importante, que até poderá ser demonstrativo de como encara Manuel Alegre os combates políticos que se seguem proximamente e se está, como assumiu à pouco tempo, efectivamente solidário com o Partido Socialista.
Seria de todo desejável que se conseguisse um acordo e um sentido de apoio político de esquerda para Lisboa ( até mesmo para o país com situação quase idêntica ). Helena Roseta pode ter aqui um papel essencial. Se quer continuar com esta cavalgada sem sentido e entregar o poder à direita e Pedro Santana Lopes, ou arranjar uma solução governativa de esquerda para Lisboa.
LuísPereira
Um dia animado na A.R.
A falta de protagonistas, em contraste com o Partido Socialista, é tão clara, que veja-se o dia de hoje no Parlamento:
Cessam funções 5 Deputados da Nação,3 do PSD e 2 do CDS/PP:
-DIOGO FEIO, Deputado por PORTO, Grupo Parlamentar do CDS-PP
-MÁRIO SANTOS DAVID, Deputado por LEIRIA, Grupo Parlamentar do PSD
-NUNO TEIXEIRA DE MELO, Deputado por BRAGA, Grupo Parlamentar do CDS-PP
-PAULO CASTRO RANGEL, Deputado por PORTO, Grupo Parlamentar do PSD
-REGINA RAMOS BASTOS, Deputado por AVEIRO, Grupo Parlamentar do PSD
Comissão Nacional da JS
Setembro, pretendendo a colocação de oito deles em lugares elegíveis.
Pedro Pinto e Duarte Cordeiro (Lisboa), Hugo Pires (Braga), João Portugal (Coimbra), Nuno Araújo (Porto), Patrícia Monteiro (Viseu) e Pedro Morgado (Vila Real) e Pedro Vaz (Aveiro), adiantou à agência Lusa fonte da JS.
Na sua última reunião antes das legislativas, que decorreu na Guarda, a Comissão Nacional da JS - um órgão integrado por cerca de 90 dirigentes de vários pontos do país - aprovou, também, os principais objectivos políticos da organização a curto prazo.
O secretário geral da JS, Duarte Cordeiro, disse que os jovens socialistas pretendem ver inscritos nas propostas eleitorais alguns dos onze objectivos aprovados na reunião.
Na área da Educação, a JS pretende o reforço das vagas no ensino superior público nocturno para
facilitar o acesso à universidade de estudantes trabalhadores e uma reforma da acção social escolar desenhada para lhes permitir acesso a apoios de que estão actualmente arredados, referiu.
Segundo indicou, a criação de um programa nacional de repovoamento dos centros das cidades
envolvendo o Estado e as autarquias e perspectivado para benefício dos jovens foi outra as propostas aprovadas na reunião da Guarda.
O dirigente da JS apontou ainda como objectivos a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, o combate ao emprego precário através do lançamento de uma campanha intitulada "tolerância zero com a precariedade" e a atribuição de manuais escolares gratuitos nos ensinos básico e secundário.
Em sede de reforma educativa, Duarte Cordeiro anunciou, também, o propósito da JS de criação de uma disciplina de educação para a cidadania nos ensinos básico e secundário.
publicado a 2009-07-11 às 17:34 Notícia do JN
«JS quer oito lugares no Parlamento»
Vê aqui a notícia.
sábado, 11 de julho de 2009
Uma frase que nos transmite tudo sobre o estado de espírito de um PSD muito pobre

Este pessimismo, falta de ambição de fazer e evoluir é o espelho de um pobre PSD, que pretende subir ao poder arrasando a moral de qualquer português. A estratégia é semelhante a muitas de uma direita conservadora e retrôgrada. Note-se o caso de George W. Bush. Eram públicos e notórios os anúncios de calamidade para poder pôr em prática medidas que restringiam liberdades e direitos.
Este PSD não é solução para Portugal, nem Isabel Meirelles é solução para Oeiras sequer...É por isso que lutamos pela eleição de José Sócrates e Marcos Perestrello.
LP
Uma ideia sobre Educação Sexual
A abstinência não é solução. Nomeadamente num país como o nosso que aparece à frente no caso das doenças sexualmente transmitidas. A melhor solução só pode ser educar, consciencializar os jovens para esta realidade. Não se trata de promover, trata-se de precaver, prevenir. Esta deve ser a preocupação do Estado. Não quaisquer motivos religiosos...
LP
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Comissão Política Federativa JS FAUL
Ontem em Arruda dos Vinhos,
Numa reunião histórica, pela primeira vez em Arruda dos Vinhos, a Concelhia local e André Rijo, coordenador local e candidato jovem à Presidência da Câmara Municipal, receberam a Comissão Política Federativa da Área Urbana de Lisboa. Arruda dos Vinhos constitui uma nova e importante concelhia para a FAUL, enquadrada de forma exemplar no espírito federativo, de trabalho, combate político e solidariedade, onde os jovens têm espaço para participarem e serem eles próprios actores políticos activos, veja-se o caso de André Rijo.
A CPF, reunida com grande presença das várias Concelhias, começou por ouvir André Rijo que agradeceu a comparência de todos, com um especial agradecimento ao Presidente da JS/FAUL ( Pedro Pinto) e ao Presidente da Mesa da CPF ( Edgar Valles) a atenção e apoio que têm dado à integração de Arruda dos Vinhos.
O principal ponto da reunião, foi de aprovação da lista proposta pela JS/FAUL para a lista de deputados que o PS/FAUL irá apresentar brevemente. Os nomes dos Camaradas Pedro Pinto, Edgar Valles e Carla Sousa foram aprovados por unanimidade e aclamação, com todos os comissários políticos a aplaudirem a lista, em forma de reconhecimento para com os camaradas, que demonstra o espírito combativo, de união e missão que todos os jovens socialistas da FAUL têm para encarar os desafios que se aproximam, nomeadamente as legislativas no próximo dia 27 de Setembro. Não falta quem diga que tem sido a Juventude Socialista que têm puxado pelo Partido Socialista para estes combates, não deixando por isso de ser significativo esta reunião ter-se realizado na Arruda dos Vinhos, onde o Partido Socialista não tem medo, bem pelo contrário, reconhece os méritos de jovens camaradas não se inibindo de apostar em jovens. Uma mensagem bastante importante de uma estrutura que deveria ser exemplificativa para muitas outras, não se furtando vários camaradas de comentar este facto bastante positivo em contraste ao que se passa noutras concelhias. A verdade é que é com este espiríto de união, solidariedade e trabalho que a JS/FAUL ultrapassará qualquer obstacúlo continuando a demonstrar que é uma mais valia para o Partido. A Juventude Socialista não deve ter medo de reclamar para si participação activa na política. O reconhecimento chegará.
