quarta-feira, 8 de julho de 2009

Jogos da Lusofonia: Oportunidade Perdida

Os Jogos da Lusofonia 2009, que marcam a 2ª Edição deste evento, realizam-se no nosso país este ano ( a 1ª Edição realizou-se em Macau), numa iniciativa que junta 12 países e 1500 atletas que têm um denominador comum: a língua portuguesa. As modalidades englobadas neste certame Desportivo, Cultural e Social são: Atletismo, Basquetebol, Futebol, Futsal, Judo, Taekwondo, Ténis de Mesa, Voleibol, Voleibol de Praia e Desporto para Deficientes.
Ora, os Caros Leitores e Camaradas devem-se estar a interrogar o porquê do título do artigo. A resposta é simples: o Concelho de Cascais, ao invés, de outros 5 concelhos da Área Metropolitana de Lisboa (AML), perdeu uma oportunidade de ouro (!) para receber os Jogos da Lusofonia. Com infra-estruturas desportivas de bom nível ( o caso mais clarividente é o das praias que o concelho dispõe) e com excelente capacidade hoteleira, a Câmara Municipal de Cascais não teve a capacidade de trazer para o nosso Concelho, este importante evento, o que reflecte falta de atenção, incapacidade política e Cascais mais uma vez a perder terreno no contexto da AML.


João Rocha – JS Cascais

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Os dois anos de António Costa

Na passada 6ª feira tive oportunidade de estar presente numa conferência cujo o orador foi o Dr. António Costa, actual Presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Falou-se de tudo o que se passou em Lisboa nos últimos dois anos e de facto a Lisboa de hoje não é a mesma de há dois anos atrás que estava super endividada e que não avançava com o tempo, que não tinha a dinâmica que nela podemos observar hoje nos nossos dias.

Falou-se do que se fez e não foi pouco numa câmara preocupada com os problemas dos Lisboetas. Contudo, há que sublinhar que houve projectos estruturantes que não foram executados porque, simplesmente, não foram aprovados pela Assembleia Municipal de Lisboa, cuja maioria pertence ao PSD.

É incrível como é que se pode ter feito tanto em 2 anos. Evidencio alguns passos importantes:

Reduziram a dívida aos fornecedores;

Prazos de pagamentos reduzidos para 192 dias;

Extinção de empresas municipais desnecessárias;

Reestruturação da EPUL;

Reequilibraram a EGEAC, EMEL e GEBALIS;

Redução da despesa em 253,2 milhões em 2008;

Redução do número de assessores;

Redução da frota automóvel de ligeiros;

Definição de regras claras para a atribuição de casas, alienação de património, atribuição de subsídios, atribuição de ateliers e na gestão urbanística aprovámos o Regulamento de Complemento de Lote, o REMUEL – Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Lisboa, o Regulamento Municipal de Taxas Urbanísticas e o Regulamento de Cedências e Compensações;

Recuperação e investimento nos pavimentos, assim como calçadas;

Recuperação de 7 miradouros e 16 jardins;

Melhoramentos a nível de limpeza da cidade

Elaboração e aprovação de planos para os sem-abrigo.

Estes estão entre os muitos passos importantes dados pela CML e que visam a recuperação da cidade de Lisboa. Os resultados começam a aparecer, pois, hoje já é possível dar início a alguns projectos importantes para o futuro da capital. Com estas medidas, sem dúvida que a CML entrou no rumo certo porque hoje prepare-se o amanhã. Foram passos fundamentais, aqueles que podemos encontrar e analisar ao pormenor em www.antoniocosta2009.net.

António Costa há dois anos encontrou uma câmara endividada e desgovernada. Não se pode fazer como outros partidos fizeram na Câmara, obras, obras e mais obras sem sequer haver dinheiro para as pagar. Tem que haver um equilíbrio como António Costa tem feito. Um equilíbrio onde seja possível conjugar o pagamento de dívidas com a preparação, projecção e sustentação do futuro da cidade de Lisboa.

Depois da conferência, em quatro palavras consigo resumir o que foi feito nos últimos dois anos: recuperação, inovação, progresso e equilíbrio


Nuno Pereira

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Reconhecer um erro é hoje fazer muito mais do que qualquer outro

A vida política não é fácil. Diga-se o que se disser, há boas pessoas e más pessoas como em todo o lado, com uma diferença: o nível de responsabilidade, visibilidade e sentido de estado com que todo e qualquer político vive.

Servir a causa pública deve ser uma coisas mais fascinantes que conheço, mas assumo que começa a ser cada vez mais difícil. Não propriamente no objectivo ou substância vontade, mas antes pela vontade. Esta é um reflexão interessante e que partilho com Manuel Pinho. Admito que podem olhar para esta reflexão como algo tendenciosa, por causa do momento em que a faço, mas acreditem que é uma reflexão que partilho com algumas pessoas há algum tempo.

Para além de todo o tempo que consome uma função política, principalmente ministerial, onde se está 24/7 ao serviço, para além dos insultos ( sim, porque a critica é facilmente compreendida e sem dúvida aceitável, agora o que se assiste muitas vezes ultrapassa o aceitável ), seja por outros políticos ou por um qualquer cidadão, temos muitas vezes uma verdadeira caça ao homem e à vida privada por parte dos meios de comunicação.

Acredito, sem dúvidas, que isto pode levar qualquer um a perder a paciência. Isto é tudo verdade, mas uma pessoa nunca deve baixar ao nível dos que aqui critico. Devem-se encarar todos estes factos com uma tranquilidade de santo. Posto isto, acho perfeitamente possível um político perder a paciência e ter um acto menos digno. Como se diz, todos somos humanos, logo podemos errar. Porque se criticas são algo naturais, até pelo sistema democrático em que vivemos, criticas injustas e muitas vezes ofensas pessoais, são coisas que qualquer um não suporta, ou por outro lado, suporta até o dia, já que a paciência tem limites.

Se um político muitas vezes tem mais capacidade de encaixe, face aos anos de experiência, acredito que seja muito mais difícil a uma pessoa, que não é profissional da política, viver com este constante desafio. O que nos leva a uma reflexão: se as pessoas são assim tão mal tratadas, como se espera que excelentes quadros profissionais, a trabalhar para privados afastados de todos estes desafios, aceitem cargos públicos para defender os melhores interesses do país?

Hoje Manuel Pinho errou. Teve a decência de o reconhecer e de o tentar emendar. A atitude é em tudo criticável. Os motivos são compreensíveis. José Sócrates e o Governo reconheceram o erro. Merecem o meu aplauso.

Aplauso, leu bem e não me enganei. Reconhecer um erro é hoje muito mais do que qualquer outro faz. Ninguém assume responsabilidades pela herança que deixou ao país.

Seja desastrosos negócios com o citigroup ou rede fixa da PT, que Manuela Ferreira Leite nega e não assume. Mais do que o interesse do país, preferiram usar artifícios para esconder o défice com deixavam o país.

Seja uma enormíssimo investimento em submarinos que servem não se sabe bem quem, se é que com tamanho investimento já serviu para alguma coisa.

Seja o assumir de compromissos como o TGV ou a terceira auto-estrada, no caso do TGV a nível internacional, e agora negar esses compromissos e pior, criticá-los como se não tivessem relacionados com eles. E a questão não passa tanto pela sua viabilidade, muito mais a cedência ao populismo da critica fácil e o receio que outros partidos criem obra fundamental para o país.

Seja as políticas desastrosas que deixaram o país num estado ruinoso depois da governação com que Manuela Ferreira Leite, Santana Lopes, Paulo Portas, Paulo Rangel e pares brindaram o país.

Seja um partido não condenar a atitude de várias pessoas que foram destacados militantes e fizeram das maiores fraudes que já se viram em Portugal. Preferiram esconder-se em vergonha.

Seja um partido que não assume responsabilidade nas ofensas físicas consumadas numa rua pública, justificando-se com opiniões políticas diferentes que podiam ser vistas como ofensivas.

Face a isto tudo, como posso deixar de aplaudir um político que assume o seu erro? Como posso deixar de aplaudir um Partido que assume o erro de um político do Governo da sua cor?

Atitude nobre e humilde assumiram hoje Manuel Pinho, José Sócrates, Governo e Partido Socialista.

Atitude nobre que, por exemplo, na oposição não se vê. Manuel Pinho não conversa sozinho. Houve quem o provocasse, e essas provocações vieram do Partido Comunista.

Atitude nobre que Paulo Rangel não teve. Depois de meses a fazer campanha a criticar figuras do PS, mal foi eleito para o Paralamento Europeu rapidamente se mostrou disponível para abandonar para vir para o governo. Por falar em duplas candidaturas...

Atitude nobre que o próprio PSD não teve. O tal partido que se julga único detentor da verdade, sendo todos os outros mentirosos ( facto curioso, MFL foi há bem pouco tempo apanhada numa mentira), não demonstrou tanto interesse em condenar publicamente as atitudes de um seu deputado, só por acaso vice-presidente da bancada parlamentar, que a alto e bom som já ofendeu Primeiro-Ministro e ameaçou fisicamente um deputado do Partido Socialista em pleno parlamento.

Uma atitude rara, merece ainda mais aplausos pelo seu mérito. Acabo desejando as maiores felicidades ao Manuel Pinho e a toda a sua família. Com todas as contrariedades, fez um bom trabalho na defesa da causa pública e será sempre recordado pela importância que teve a manter muitos postos de trabalho e a criar condições para o desenvolvimento futuro do país. Um exemplo: as energias renováveis são fruto de uma enorme visão estratégica de futuro deste governo e, em especial, de Manuel Pinho.

Tenho dito.

Luís Pereira

quinta-feira, 2 de julho de 2009

FESTA POR EXCELÊNCIA

Nos dias 3 e 4 de Julho a Concelhia de Juventude Socialista de Vila Franca de Xira, juntamente com o PS convida todos os camaradas e amigos a passarem pela sede de campanha situada na rua da Chave de Ouro, em Vila Franca de Xira no âmbito das comemorações do Colete Encarnado, onde haverá um espaço que servirá comes e bebes, bem como muita animação.

MANUEL PINHO

...errou e demitiu-se....coragem política....Dr. Dias Loureiro o que pensa disto?

COMISSÃO POLÍTICA JS FAUL



De dois em dois anos a JS FAUL aproveita a sua convenção para agraciar diversos camaradas pela sua dedicação à JS FAUL e à JS Nacional.

Esses prémios foram baptizados de João Catarino e António Barbosa. Pelo seu trabalho e pelo simbolismo de tudo aquilo que, ainda hoje, representam para o crescimento da JS FAUL, são ainda dois camaradas que gozam de um respeito e admiração de todas as novas gerações que com eles querem apender.

Por circunstâncias do destino, ao Camarada João Catarino, foi retirada a possibilidade de continuar a desenvolver o seu trabalho. Todavia, sua memória continua bem viva.


O Camarada António Barbosa, veterano de muitas batalhas na JS, é hoje ainda alguém que vive e sente os problemas da J. Continua o seu trabalho político a bater-se por causas, sem pensar no interesse próprio, pois acredita que prefere perder com verdades do que ganhar com mentiras.


Ainda na passada semana, apresentou o seu projecto para uma junta de Fregueia do Concelho da Amadora mostrando que um militante pode dar sempre o seu contributo para melhorar.

A comissão política de terça-feira representa mais do que uma simples reunião. Foi um encontro da JS FAUL com a sua memória e com os seu presente: é o tempo de fazer balanços e de ver o muito que conseguimos até hoje; e é também tempo de pegar em armas porque as batalhas que se avizinham serão decisivas para todos nós.

Obrigado João Catarino

Obrigado António Barbosa.

HÁ ESPERANÇA PARA SINTRA

A eurodeputada Ana Gomes criticou hoje o actual executivo do município de Sintra e considerou que, caso vença as próximas autárquicas, as apostas prioritárias da sua lista serão as políticas sociais de apoio aos mais vulneráveis e aos desempregados.

“Vamos trabalhar por uma câmara que promova políticas sociais de habitação, educação, saúde e emprego. Uma câmara que não se limite a passar cheques, mas invista em políticas sociais de apoio aos mais vulneráveis, designadamente crianças, jovens e idosos”, disse a candidata socialista à presidência da autarquia de Sintra.

Ana Gomes falava na apresentação oficial da sua candidatura, no Cacém, adiando que fará “audições públicas que terão lugar em cada uma das 20 freguesias do concelho” onde vai auscultar a população.

A candidata disse que “a seu tempo” divulgará as propostas concretas, depois de um processo de recolha de contribuições que pretende ver “activamente participado pelos homens e mulheres que vivem em Sintra e vibram por Sintra”, disse.

“Vamos trabalhar por uma câmara que torne Sintra verde a sério, apostando na eficiência energética e na eficiência do uso da água. Uma Câmara militante do aproveitamento das energias renováveis, incluindo nos edifícios e na rede de transportes”, considerou, adiantando “vamos, em suma, trabalhar por uma câmara actuante na realização dos interesses dos sintrenses”.

A candidata do PS referiu que é “uma mulher às direitas inequivocamente de esquerda”, adiantando que Sintra precisa “de sair da periferia económica, do crescimento desorganizado, da construção obsoleta, desajustada, contraditória”.

Com o lema "Uma mulher às direitas. Por Sintra. Por si”, a candidatura de Ana Gomes à presidência da autarquia de Sintra foi hoje apresentada, no Polis do Cacém, tendo como mandatário o arquitecto Nuno Teotónio Pereira.

A apresentação de Ana Gomes contou com a participação de mais de uma centena de apoiantes destacando-se o ministro Vieira da Silva e secretário nacional do PS.

Na mesma sessão foi igualmente apresentado o candidato do PS à Assembleia Municipal de Sintra, o escritor José Jorge Letria.

JYR
Lusa/Fim

LISBOA...NÃO SEJAS FRANCESA

Parece que as políticas anti-jovem de Sarkozy continuam a imperar na Assembleia Municipal....




Lisboa, 30 Jun (Lusa) -- A Assembleia Municipal de Lisboa chumbou hoje o regulamento do Conselho Municipal de Juventude.

A proposta da vereadora da Juventude, Rosalia Vargas (PS), foi rejeitada com os votos contra do PSD (em maioria), CDS-PP, PCP e PEV, a abstenção do BE e os votos favoráveis do PS.
Os deputados sociais-democratas manifestaram dúvidas quanto à lei dos conselhos municipais de juventude, que foi aprovada em Assembleia da República pelo PS e PSD.

O PSD questiona que os conselhos municipais de juventude sejam chamados a dar parecer sobre o orçamento da autarquia, antes da discussão daquele instrumento financeiro pela Assembleia.

O PS acusa o PSD de querer "bloquear" o funcionamento do órgão consultivo para a juventude em Lisboa, contrariando a posição assumida no Parlamento.

O deputado municipal do PSD Luís Newton argumentou que o executivo municipal poderia ter reunido o conselho municipal de Juventude, recorrendo ao antigo regulamento.

O líder da bancada do PSD, Saldanha Serra, considerou que após entidades como a Associação Nacional de Municípios e a Junta Metropolitana de Lisboa ter pedido esclarecimentos à Assembleia da República, a aprovação do conselho municipal de Juventude não deve ser "forçada".

Saldanha Serra acusou ainda o PS de querer criar o conselho de juventude por motivos eleitoralistas, para justificar "outdoors" colocados pela JS.

No mesmo sentido, o deputado municipal do PCP Paulo Quaresma questionou a urgência daquela aprovação, a "três meses das eleições".

"O que os senhores querem é dizer que criaram um conselho municipal de Juventude", argumentou, questionado o "efeito prático" do funcionamento daquele órgão até às eleições.

O líder da bancada do PS, Miguel Coelho, devolveu ao PSD as acusações de eleitoralismo, acusando os sociais-democratas de, com a colaboração do PCP nesta matéria, constituírem uma "maioria de bloqueio".

O deputado municipal do PS Pedro Pinto considerou que o chumbo foi uma "irresponsabilidade" e sublinhou que "o próprio candidato do PSD à Câmara [Pedro Santana Lopes] votou favoravelmente a uma lei que o grupo municipal do PSD agora não quer fazer cumprir".

O deputado municipal do Bloco de Esquerda Heitor de Sousa afirmou querer "manter equidistância" em relação às "batalhas políticas entre PS e PSD" e responsabilizou ambos os partidos pelo não funcionamento do conselho de juventude desde 2003.

"Ambos tiveram vários anos sem se lembrar da juventude de Lisboa", afirmou.

A vereadora da Cultura, Rosalia Vargas, sublinhou a necessidade de cumprir a lei que tornou obrigatórios os conselhos municipais de Juventude.

ACL.


Fonte: Agência LUSA

DIZ A LUSA QUE....

Portugal "líder mundial a repensar a educação para o século XXI".
Dra. Manuela Ferreira Leite, o que pensa disto?

GESTÃO DANOSA....

A justiça tarda...mas existe

PJ envia para Ministério Público processo das dividas na Junta do Beato entre 2003 e 2005 no mandato do Partido Comunista.....

As dívidas que este Executivo da Freguesia do Beato andou a pagar. Esperamos por Justiça e pela oportunidade de um mandato sem dívidas onde possamos investir tudo na Freguesia. Em Agosto, vamos acabar de pagar os juros que ainda estamos a dever à Caixa Geral de Aposentações para ficar com tudo pago.